sábado, 14 de maio de 2011

MISÉRIA

Pesquisa relatam que e cada vez maior o índice de miséria e pobreza em todo o mundo, mas em principal na Africa. Enquanto uma minoria ganham milhões em dinheiro, outras, nao tem a menor condições de comprar o alimento para para se alimentar. Se sabe-se que a guerra dos EUA contra o Iraque, teve como gastos mais de três trilhões de dinheiro investido em armamentos. Se este dinheiro, tivesse sido aplicado para que diminui-se a pobreza em todo o mundo talvez, nao teria, tantas pessoas morrendo de fome, e na fase de extrema pobreza, que hoje no século XIX se tem. Não que já nao existia a pobreza antigamente, mas o numeros de pobres hoje, é bem maior do que em tempos passado.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

As Mulheres do Topo da Arvore- Machado de Assis

As Melhores Mulheres pertencem aos homens mais atrevidos. Mulheres são como maçãs em árvores.

As melhores estão no topo.
Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir.
Assim, as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, ELES estão errados..
Elas têm que esperar um pouco mais para o homem certo chegar... aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore.

Machado de Assis

terça-feira, 5 de abril de 2011

CFESS LANÇA 9º EDIÇÃO DO CÓDIGO DE ETICA / DO ASSISTENTE SOCIAL

A 9ª edição do Código de Ética do/a Assistente Social já está disponível para os/as profissionais. Incorporando as alterações discutidas e aprovadas no 39º Encontro Nacional do Conjunto CFESS/CRESS, realizado em setembro de 2010 em Florianópolis (SC), a nova edição do documento foi publicada pelo CFESS nesta sexta-feira, 11 de fevereiro. Revista e atualizada, a publicação inclui as modificações na Lei de Regulamentação da profissão (Lei n.º 8.662/93), decorrentes da aprovação da Lei n.º 12.317/2010, que instituiu a jornada de trabalho de 30 horas semanais sem redução salarial para assistentes sociais. As alterações no Código de Ética se adequam às correções formais e de conteúdo, conforme consignadas na Resolução CFESS 594, de 21 de janeiro de 2011, publicada no Diário Oficial da União (DOU) em 24 de janeiro deste ano.












Reserve o seu. Ligue para o Cress: 3226 2083 ou baixe aqui
 (clique aqui)         http://www.cfess.org.br/arquivos/CEP2011_CFESS.pdf

postado no site : http://www.cress-mg.org.br/conteudo.php?MENU=&LISTA=detalhe&ID=8

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Enfim ESSA CLASSE TRABALHADORA.....OS JORNALISTAS TEM O DEVIDO RECONHECIMENTO.......

















Registro profissional: Ministério do Trabalho uniformizará procedimentos de registro de


jornalistas
PUBLICADO POR REDAÇÃO – 3 DE FEBRUARY DE 2011
PUBLICADO EM: NOTÍCIAS
76 views (leituras)
Em audiência com representantes da FENAJ no dia 27 de janeiro, o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, informou que o registro profissional de jornalistas será uniformizado nacionalmente para evitar procedimentos diferenciados que vinham sendo tomados nas Superintendências Regionais do Ministério (SRTEs). Para não conflitar com a decisão do Supremo Tribunal Federal que extinguiu com a exigência do diploma para o exercício da profissão, jornalistas diplomados serão registrados como “Jornalista Profissional”. Já os não diplomados serão registrados como “Jornalista”.

Celso Schröder e José Carlos Torves, representantes da FENAJ na audiência, relataram ao ministro que a situação de procedimentos diferenciados nas SRTEs preocupa os Sindicatos de Jornalistas. Em alguns Estados, os processos de emissão de registros foram suspensos em função das dúvidas deixadas pela decisão do STF de julho de 2009, prejudicando a atuação dos profissionais, inclusive na inscrição para concursos públicos, que exigem, além do diploma de Jornalismo, o registro profissional.

Ciente do problema, Lupi disse que o Ministério emitirá uma Norma Técnica (NT) orientando as superintendências a uniformizarem o procedimento, registrando os jornalistas diplomados como “Jornalista Profissional” e os sem diploma como “Jornalista”. Tal procedimento já é adotado pela SRTE do Rio de Janeiro.

Para José Carlos Torves, a medida é paliativa e resolve provisoriamente um problema específico criado pela “decisão esdrúxula do STF”. Para ele, a superação do problema só ocorrerá com o restabelecimento da exigência do diploma como requisito para o exercício da profissão. “Esta é uma de nossas prioridades para 2011, com a luta pela aprovação das propostas de emenda constitucional (PEC) que tramitam na Câmara e no Senado”, destacou.

FENAJ



http://folhadevilhena.com.br/news2011/?p=1640